domingo, 12 de novembro de 2017

HIPOCRISIA E EDUCAÇÃO


O fingimento e a falsidade da política suja e corrupta, que sempre atuou nos quatro cantos desse País, principalmente no período eleitoral, deixam tanto a saúde pública como a educação, continuarem sendo penalizadas. E isso continuara enquanto a população Brasileira, não abrir os olhos e tomar as atitudes necessárias, nos seus atos e atitudes quando o assunto for política.
O povo está saturado de em períodos eleitorais testemunharem, a veemência com que os pretensos candidatos, falam das melhorias na saúde e na educação. E no final das contas nada muda, ou seja, mesmo que os pretensos candidatos sejam eleitos e que consigam maioria nos parlamentos, nada de substancial e verdadeiro privilegiara a educação nem tão pouco a nossa sucateada saúde.
Infelizmente ainda vamos ter que conviver por muito tempo, com a educação “cabeça de caprino”, onde de forma misteriosa, os investimentos ainda continuaram sendo feitos por “cabeça”, ou seja, mais alunos matriculados, mais verbas para a instituição, menos alunos matriculados, menos verbas para a instituição. E de contrapeso, atrelada a essa infame forma de investimento que a educação brasileira se encontra, uma expressiva falta de segurança que permeia toda a sociedade, e influência de forma direta as escolas públicas.
Além da falta de interesse da maioria dos pais e responsáveis pelos alunos, no tocante a exigir que sejam cobrados resultados positivos, tanto dos seus protegidos, quanto da escola, o desânimo e a pressão a que são submetidos, todo corpo docente das instituições públicas, promovem de forma involuntária, a saída das mais diversas formas, de um grande número de excelentes profissionais comprometidos com a educação, das salas de aula.
Por conta de um piso salarial defasado, e que na maioria das vezes não é respeitado pela maioria dos municípios, o professor torna- se a cada dia um profissional desatualizado e sem a devida credibilidade que merece. No entanto, se esse profissional fosse respeitado pelos parlamentos nacionais, recebendo incentivos na forma de leis, e decretos poderiam amenizar tal situação relacionada ao professor, incentivos como:
- Passe livre para os professores de todo País nos teatros e cinemas;
- Redução no percentual ou a extinção do imposto de renda dos profissionais em atividade;
- Isenção de determinados impostos quando da aquisição de veículo Zero;
- Federalização do salário dos professores, acabando de uma vez por todas, com as falcatruas e desvios que continuam a permear todo o País.
Tratando os professores e a educação Brasileira com respeito e dignidade, sem hipocrisia e pressionando os verdadeiros responsáveis pelas mazelas da educação, saúde e segurança, a nossa sociedade poderá sonhar com uma mudança real e verdadeira, principalmente na consciência e na formação de opinião do País.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

PEDOFILIA: Identificar e Orientar


Abordar o tema pedofilia não é fácil, ainda mais quando o público alvo também são pessoas legais que não possuem nenhuma formação a respeito deste assunto. De forma objetiva e leve, a autora Tanya Torrico, descreve e consegue fazer um excelente trabalho informativo. O livro é iniciado distinguindo o crime do transtorno; a pedofilia é um transtorno que pode ou não resultar no crime, que é o abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes.
Por ser considerada uma doença mental, a pedofilia está classificada no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (conhecido pela sigla inglês DSM), publicado pela Associação de Psiquiatria Americana. A autora enfatiza os critérios e a definição da pedofilia:
Em breve pela #amazon .


segunda-feira, 31 de julho de 2017

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO

Hoje, apesar de não haver cura para o TDAH, existe uma infinidade de abordagens terapêuticas que permitem que as pessoas com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade desenvolvam diferentes habilidades, vivam com qualidade, sejam socialmente inseridos e alcancem grandes objetivos.
tratamento do TDAH é abrangente e individualizado. Cada criança, adolescente ou adulto com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade pode responder ao tratamento proposto de forma diferente e, por isso, é tão importante que haja acompanhamento médico, psicológico, educacional e familiar bastante próximo.
A abordagem mais utilizada para o tratamento do TDAH é a abordagem combinada (multimodal), que consiste no uso de medicamentos associado a recursos complementares para melhorar a resposta final do paciente.1 Isso pode incluir a utilização de intervenções psicoterápicas, fonoaudiológicas, psicopedagógicas, mudanças no estilo de vida, além do uso de recursos tecnológicos e ajustes no ambiente onde o paciente está inserido.
“O objetivo principal do tratamento do TDAH é que o paciente aprenda a lidar com seus sintomas, evitando ou limitando os prejuízos em sua vida. Para isso, a medicação é importante, assim como outros recursos que envolvem trabalho psicoeducativo com a família e a escola (no caso de crianças), o entendimento sobre o que é o TDAH e como deve ser feito o tratamento, além de mudanças na rotina, na estrutura e no ambiente em que vive o paciente.”
Sobre os medicamentos


Existem diferentes opções de medicamentos para o tratamento do TDAH, sendo a maioria da classe dos estimulantes (que, apesar do nome, proporcionam um efeito calmante no paciente), e também alguns classificados como não-estimulantes. Os medicamentos para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade têm potencial para reduzir a hiperatividade e impulsividade, além de melhorar a capacidade dos pacientes de concentração, trabalho e aprendizado. A medicação também pode melhorar a coordenação física das pessoas com TDAH.2

Quando utilizados de acordo com a prescrição médica e as recomendações de bula, esses medicamentos são bastante seguros. Dentre os efeitos colaterais mais comuns dos medicamentos para TDAH, pode ocorrer a diminuição do apetite (que pode levar a perda de peso) e alguns problemas relacionados ao sono. Qualquer efeito colateral apresentado deve ser reportado ao médico para avaliação da continuidade do tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e um eventual ajuste de dose.3
ATENÇÂO ao uso de medicamentos para TDAH por pessoas saudáveis
Uma pesquisa recente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprovou que jovens saudáveis sem TDAH não têm atenção, memória ou as funções executivas beneficiadas com o uso de medicamentos para tratamento do TDAH. Por isso, além de ilegal, é também ineficaz o uso de medicamentos para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade por pessoas saudáveis sem a prescrição médica.4
Sobre a terapia


Existem diferentes tipos de terapia que podem ajudar as pessoas com TDAH a viver melhor, conforme o estágio de desenvolvimento em que estão. Juntos, os profissionais de saúde, pacientes com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e pais, precisam buscar e avaliar qual a melhor alternativa para cada pessoa. Entre as possibilidades, está a terapia comportamental, terapia cognitiva, terapia cognitivo-comportamental, treinamento de habilidades sociais, terapia psicoeducacional, abordagem psicopedagógica e terapia fonoaudiológica.

Esses recursos podem ajudar as crianças a buscarem uma mudança de comportamento, monitorar e controlar impulsos, lidar com eventos emocionalmente difíceis, etc. Em adolescentes e adultos com TDAH, a terapia pode ajudar em questões relacionadas à baixa autoestima, organização pessoal e profissional, gerenciamento de prioridades e também no controle da impulsividade, entre outras questões.5
Mudanças no estilo de vida
Há muitos estudos em andamento que buscam compreender melhor os benefícios da alimentação e da prática de atividades físicas como complementação no tratamento do TDAH. Já se sabe que a moderação no consumo de cafeína e açúcar, por exemplo, podem ajudar.6
Além disso, diversos estudos têm demonstrado que a prática de atividades físicas aeróbicas intensas (como nadar e correr) podem melhorar o funcionamento cognitivo e comportamental. Com isso, pessoas com TDAH que praticam exercícios físicos regulares podem ter a manifestação dos sintomas reduzida e melhorar o rendimento.7
A mudança no estilo de vida do paciente com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividadeé geralmente uma forma de tratamento adjuvante, ou seja, associada aos demais recursos existentes, como medicamentos e intervenções psicossociais.
Tecnologia
Uma série de programas, aplicativos e recursos podem ajudar as pessoas com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, em diferentes fases da vida, a gerenciar melhor seus sintomas. O uso da tecnologia pode contribuir com automonitoramento do tratamento do TDAH, para que o paciente possa controlar se já tomou o remédio, quando deve praticar exercícios físicos e visitar especialistas de saúde, por exemplo.
Além disso, os recursos tecnológicos podem ajudar os pacientes com TDAH a controlar outras áreas do dia a dia, como as tarefas da escola ou do trabalho. Mas é preciso que os pacientes pesquisem os recursos disponíveis e avaliem, individualmente, o que funciona para cada um.
Recursos que podem diminuir a intensidade dos sintomas do TDAH
A intensidade da manifestação dos sintomas do TDAH também pode ser influenciada por quatro diferentes fatores: estruturação do ambiente; nível de motivação; saliência da tarefa; e estágio de desenvolvimento. Por isso, resultados positivos podem ser observados a partir de mudanças propostas nesses fatores.8
1. Estruturação do ambiente: seja em casa, na escola ou em outro local, quanto mais estruturadas as regras do ambiente e quanto mais próximo o monitoramento externo (por país ou professores, por exemplo), menor a chance da manifestação dos sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.
2. Nível de motivação: quanto mais motivado o paciente estiver para a realização de determinada tarefa ou atividade proposta, maior deverá ser seu nível de atenção na execução.
3. Saliência da tarefa: isto é, quanto mais divertida, ousada ou prazerosa a atividade, maior deve ser a atenção do paciente com TDAH. Além disso, atividades que geram recompensas rápidas (seja um elogio ou algo material) também costumam receber mais atenção e, desde que usadas com moderação, podem ajudar a reforçar um bom comportamento.
4. Estágio de desenvolvimento: cada paciente pode manifestar os sintomas do TDAH de forma diferente conforme sua idade e grau de desenvolvimento, bem como de acordo com suas habilidades e capacidades cognitivas. É importante entender o estágio do paciente e fazer propostas coerentes.

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Tanya Torrico
Professora
Especialista em Didática e Metodologia do Ensino.
Psicopedagoga Clínica e Institucional.

terça-feira, 25 de abril de 2017

ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

Na Educação Superior, os educandos também apresentam demandas específicas relacionadas aos vínculos com a aprendizagem, com os docentes e com os colegas de classe, integração a grupos, assumir e assimilar a cultura universitária pode ser uma tarefa difícil para alguns estudantes, além de dificuldades em vários níveis: socioeconômicos, sociocognitivos, dilemas familiares, pessoais, emocionais e afetivos, aos quais não raros, os fazem parar de aprender ou bloquear. A estes fatos, podemos ainda acrescentar as incertezas quanto à projeção dos cursos escolhidos, o mercado de trabalho, o que também contribui para as pressões acadêmicas e familiares, contribuindo para construção de vínculos negativos, ansiedade, medo e culpa.
As instituições educacionais, nos diversos níveis de ensino, estão cada vez mais apostando neste profissional, com competência para atuar junto aos professores e aos alunos mediando os problemas que possam vir a ocorrer na situação de ensino/aprendizagem. A Psicopedagogia é um campo de conhecimento e de atuação voltado para a compreensão do processo de aprendizagem humana. Procura identificar os problemas que possam ocorrer neste processo, a fim de auxiliar o aluno em sua superação. Considera que todo ser humano, para aprender, põe em jogo três estruturas: o organismo; o corpo; a estrutura cognitiva, dramática ou desejante.
A intervenção psicopedagógica, utilizando métodos, instrumentos e técnicas próprias da psicopedagogia proporciona medidas permanentes de atendimento aos alunos, incluindo orientação acadêmica no que diz respeito à sua vida escolar e à sua aprendizagem; proporciona atendimento aos professores no que diz respeito a esclarecimentos sobre a didática do ensino; atende aos funcionários com esclarecimentos; oferece acompanhamento didático pedagógico aos docentes; orienta trabalhos de pesquisa e oferece suporte técnico aos acadêmicos monografistas. O Núcleo de Orientação Psicopedagógica trabalha de forma personalizada, assegurando o sigilo absoluto como forma de preservar a identidade do participante.  
A inserção de uma visão psicopedagógica é uma necessidade para a diminuição das tensões e problemas que acontecem nesse âmbito de ensino, que podem se transformar em práxis educativas inovadoras e renovadoras de esperanças, sucessos pessoais e profissionais.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

PROGRAMA DIA 13/02/2017

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